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Doação de esperma ainda enfrenta preconceitos no Brasil

Publicado em: 10/12/2009


A imprensa norte-americana noticiou recentemente o aparecimento de um mercado informal de esperma nos Estados Unidos, onde jovens altruístas ofereciam seu sêmem gratuitamente a mulheres que queiram eventualmente engravidar.

Lá fora, esse tipo de oferta aparece aos montes em sites famosos como Craiglist e em grupos no Yahoo, além obviamente em locais como the Free Fertility Clinic e Feelingbroody.com. Os motivos que levam essas pessoas a oferecer sua semente são variados, e vão de ajudar a comunidade a escapar dos inúmeros exames que as clínicas de doação exigem para aprovação de um exemplar , e que pode acabar frustrando a quem quer fazer o bem.

E com certeza estamos falando de gente que quer ajudar mesmo mães solteiras, lésbicas e casais que não podem gerar filhos a realizar seu sonho, porque nos Estados Unidos as clínicas especializadas pagam até 50 dólares pela doação. E essa indústria é tão forte que existe até um site onde você vê a foto do doador e se ele é parecido com alguma celebridade, ou seja, ideal para aquelas mulheres que sonham em gerar um George Clooney como filhote.

No Brasil a coisa muda totalmente de figura, uma vez que, pela legislação, nenhuma doação pode ser cobrada, seja de sêmen, sangue ou órgãos, para justamente evitar que pessoas arrisquem sua vida ganhando dinheiro com isso ou que escondam informações importantes de seu histórico médico com receio de serem recusados. Assim, no caso de espermatozóides fortes o bastante para conseguir fecundar um óvulo, tudo depende da caridade de estranhos. A médica Vera Feher montou há cerca de 19 anos o banco de esperma do Hospital Albert Einstein em São Paulo. Há dois anos, quando o hospital resolveu se concentrar somente em clinicar e abandonou o banco, ela fundou a Pro-Seed, um dos mais modernos centros de coletas de esperma do Brasil. Segundo ela, hoje o número de novos doadores caiu bastante. Se antes ela conseguia de cinco a seis novos altruístas por mês, hoje esse número não passa de dois. "As pessoas tem muito receio de que um dia alguém vai encontrar uma criança parecida consigo e que tenha que assumir uma paternidade forçada, mas isso não pode acontecer porque as doações são 100% anônimas. As clínicas de fertilização assistida recebem a amostra com um número apenas. O doador nunca é identificado", afirmou a especialista.

No Brasil a coisa muda totalmente de figura, uma vez que, pela legislação, nenhuma doação pode ser cobrada, seja de sêmen, sangue ou órgãos, para justamente evitar que pessoas arrisquem sua vida ganhando dinheiro com isso ou que escondam informações importantes de seu histórico médico com receio de serem recusados. Assim, no caso de espermatozóides fortes o bastante para conseguir fecundar um óvulo, tudo depende da caridade de estranhos. A médica Vera Feher montou há cerca de 19 anos o banco de esperma do Hospital Albert Einstein em São Paulo. Há dois anos, quando o hospital resolveu se concentrar somente em clinicar e abandonou o banco, ela fundou a Pro-Seed, um dos mais modernos centros de coletas de esperma do Brasil. Segundo ela, hoje o número de novos doadores caiu bastante. Se antes ela conseguia de cinco a seis novos altruístas por mês, hoje esse número não passa de dois. "As pessoas tem muito receio de que um dia alguém vai encontrar uma criança parecida consigo e que tenha que assumir uma paternidade forçada, mas isso não pode acontecer porque as doações são 100% anônimas. As clínicas de fertilização assistida recebem a amostra com um número apenas. O doador nunca é identificado", afirmou a especialista.

Certas doenças na família como diabetes e câncer, entre outras, são motivos para descartar um homem, assim como enfermidades hereditárias. Além disso, somente 20% dos espermas doados são aceitos no final. "Um homem tem em média 30 milhões de espermatozóides por mililitro e cerca de 50% deles tem mobilidade progressiva, ou seja, nadam. Um esperma ideal para doação deve ter 80 milhões de espermatozóides por mililitro com a mesma porcentagem de nadadores", explicou Vera.

Isso não deveria, porém afastar quem quer ajudar pessoas a realizar o sonho da maternidade ou paternidade. No Brasil, aliás, os doadores constantes são justamente aqueles que já doam seu sangue e que já se dispuseram a entregar seus órgãos no post-mortem, no geral homens mais maduros e que tem ciência da finalidade de um banco de esperma. Completando esse público existem também aqueles homens que, por conhecerem alguém na família ou no círculo de amizade que tem problemas de fertilidade, acabam se motivando para ir a uma clínica como a Pro-Seed. Homens entre 18 e 45 anos, heterossexuais (o processo segue as mesmas regras da doação de sangue, ou seja, homossexuais estão descartados) podem fazer os exames gratuitamente nas clínicas de doação.

A coleta é feita com o indivíduo sozinho em uma sala própria através de masturbação (não existe nenhum outro método, especialmente um chinês que circulou pela internet), ou seja, é fácil e não causa efeitos colaterais, especialmente o aparecimento de uma criança na sua porta anos depois gritando "papai" (lembramos mais uma vez que o doador nunca é identificado). Assim, através desta prazerosa boa ação, você poderá ajudar muita gente. E, finalmente, lembre-se das palavras do sensacional grupo inglês de comédia, Monty Python no filme O Sentido da Vida: todo esperma é sagrado, todo esperma é ótimo.

Especial para Terra
Leia esta notícia no original em: Terra - Vida e Estilo

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