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Transmissão Matéria Profissão Repórter

Publicado em: 3/3/2015




As equipes do Profissão Repórter acompanharam histórias de famílias que não medem esforços para ter um filho. Em alguns casos, a gravidez natural sempre foi impossível, em outros a idade ou problemas de saúde impedem a gestação. Conheça algumas dessas histórias.

Silvia e José Ricardo

Aos 54 anos, Silvia Arraval conseguiu engravidar, de gêmeos. A dentista fechou seu consultório em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, para se dedicar à maternidade. “Depois de 31 anos de batalha como cirurgiã dentista, vou mudar de profissão para mamãe”.

De forma natural, seria impossível engravidar. Silvia entrou na menopausa aos 50 anos, um ano depois de se casar com José Ricardo Arraval. “Nós estamos casados há quatro anos e desde então a gente vem tentando fazer de todas as formas. E a melhor forma foi pela fertilização in vitro”, conta ele. Os embriões que Silvia implantou são resultado da fertilização do sêmen do marido com óvulos de uma doadora anônima. Elas não terão a carga genética dela. “A verdadeira mãe é a que cria, não é a que gera. A vida é dom de deus. Eu poderia ter colocado esses embriões e não ter fertilizado nenhum deles. Então essas crianças são do meu ventre, eu não sou barriga de aluguel. Pelo contrário! Paguei para ter esses bebes”.

O tratamento de fertilização in vitro custou R$ 15 mil. Não foi fácil encontrar um médico que aceitasse fazer o tratamento em Silvia. Uma resolução do Conselho Federal de Medicina de 2013 determina que apenas mulheres de até 50 anos podem fazer a fertilização. Silvia procurou um advogado e conseguiu uma autorização judicial, alegando que começou o procedimento antes da resolução.

A gente sabe que a silvia sempre foi disciplinada atleticamente, alimentação, a gente tem bom senso pra selecionar as pacientes que nos procuram.

“Então o risco existe, o risco obstétrico, mas isso as pacientes que geralmente entram na gravidez não com uma saúde ginecológica, parte cardíaca, parte pulmonar. A Silvia não. A Silvia tinha uma ótima saúde”, explica Wilson Jaccoud, especialista em reprodução humana.

Quando os bebês de Silvia tiverem 10 anos, ela terá 64, mas o risco de um possível conflito de gerações não existe. “Acho que tudo depende da criação, porque se a gente acompanha a criança, vou ter que acompanhar a idade dele, não posso ficar muito para trás. Nós temos a intenção de criar essas crianças no caminho do senhor. Se ele está nos dando duas bênçãos, ele nos capacita pra criá-los até a idade deles andarem sozinhos”, diz ela.

Silvia e Marcelo

A vendedora Silvia Costa vai passar por uma implantação de embriões, a reta final da técnica conhecida como fertilização in vitro. É o mesmo procedimento que permitiu à outra Silvia, de 54 anos, engravidar. “A gente vai fazer quatro anos de casado e vem tentando engravidar e nada. O dele é que tinha pouco esperma”, conta.

Para conseguir arcar com as despesas do tratamento, Silvia resolveu doar parte dos óvulos coletados. Primeiro os médicos induziram a ovulação. Em um ciclo normal, a mulher libera apenas um óvulo. Na indução, pode liberar mais de dez. Ao optar pela doação, o tratamento de Silvia ficou mais barato porque ela e a mulher que vai receber os óvulos dividem os custos. A doação compartilhada é permitida no Brasil, mas o comércio de óvulos é proibido. “Fiquei em dúvida, porque é filho meu, se for parar para pensar. Mas aí a gente decidiu e para mim normal”.

O médico de Silvia explica que, como ela escolheu o método de doação, seus óvulos foram divididos. Três para ela, três para a outra mulher, chamada de receptora. Dois embriões foram implantados no útero de Silvia. “Estou muito contente. Não tem o que falar, de tão feliz que estou. É um momento que eu tava esperando muito também”, diz Marcelo Zuffo, marido de Silvia.

Duas semanas depois, Silvia fez o teste e deu negativo. A mulher que recebeu os óvulos dela também não conseguiu engravidar.

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